(Gabriel)
Estava deitado na cama quando minha namorada Julie ligou dizendo que estava passando muito mal e achava que o bebê estava pra nascer, na mesma hora pego a chave do carro e vou o mais rápido que posso pra casa dela. No meio do caminho uma garota aparece do nada e eu não consigo parar e acabo atropelando ela. Imediatamente saio do carro e vou correndo até a garota e ela estava realmente muito machucada.
Tiro o celular do bolso e ligo para a emergência avisando do acidente. Chego perto da garota que está gritando.
-Calma, a ambulância está vindo.- Digo.
-Não me machuque, por favor, não me machuque.- Ela diz gritando e chorando.
-Ta tudo bem, não vou te machucar.
-Por favor, não me machuque. - Ela continua gritando.
A ambulância chega e já trazem a maca para leva. Sigo eles até o hospital e já aproveito pra ligar pra Julie que mandei uma ambulância ir buscá-la e encontrava ela no hospital.
Chegamos ao hospital e levam a garota para a emergência e pergunto se a Julie já deu entrada no hospital e me respondem que sim e que não posso entrar pois é um parto difícil e complicado. Tenho que esperar por alguma notícia.
Horas se passam e então uma enfermeira aparece.
-Senhor Gabriel Evans? -ela diz logo que entra na sala de espera. Imediatamente me levando.
-Eu!
-O senhor é o pai do filho de Julie Michel ?
-Sou, sou sim. -digo sem conseguir esconder o nervosismo.
-Bom, eu lamento informá-lo Senhor Evans, mas infelizmente sua mulher e seu filho vieram a óbito. Tentamos de tudo, mas como o Senhor já sabia, a gravidez era de risco e ela estava gravida de apenas 7 meses. -eu começo a chorar, não pode ser, ela não poderia morrer.
A enfermeira estava se retirando quando me lembrei da garota que eu havia atropelado.
-Senhor Gabriel Evans? -ela diz logo que entra na sala de espera. Imediatamente me levando.
-Eu!
-O senhor é o pai do filho de Julie Michel ?
-Sou, sou sim. -digo sem conseguir esconder o nervosismo.
-Bom, eu lamento informá-lo Senhor Evans, mas infelizmente sua mulher e seu filho vieram a óbito. Tentamos de tudo, mas como o Senhor já sabia, a gravidez era de risco e ela estava gravida de apenas 7 meses. -eu começo a chorar, não pode ser, ela não poderia morrer.
A enfermeira estava se retirando quando me lembrei da garota que eu havia atropelado.
-E a garota que eu atropelei? -digo engolindo o choro.
-A sim, descobrimos que o nome dela é Laura e ela perdeu a família hoje, assassinato. Não sabemos o que será dela agora, ela definitivamente não tem família e já é maior de idade, não pode ir para um orfanato.
-E como ela está? Vai viver?
-Bem, foi um impacto muito forte ela está muito mal, mas vai ficar bem. Ela é uma garota forte, esta reagindo bem.
-Posso ver ela?
-Não, você não é da família.
-Entendo, mas espero vê-la em algum momento, preciso pedir desculpas.
Volto para a sala de espera, não sei exatamente o que esperar. Minha família morreu e não posso ver a garota a qual atropelei. Mas não quero ir pra casa, não quero chegar lá e saber que nunca vou passar pela aquela por com meu filho entre os braços. Não posso entrar naquela casa e passar pela porta do quarto do meu filho. E também não posso deixar essa garota, Laura. Ela perdeu a família, não tem ninguém, não tem pra onde ir. Sou o culpado por tudo isso.
-Senhor Evans?
Estava dormindo na cadeira quando ouço meu nome ser chamado, desperto. Era um policial.
-Sim, sou eu.
-Olá, sou o detetive Dylan Johnson, estou cuidando do caso de Laura Ruschel. Gostaria de saber o que aconteceu, como a atropelou.
-Bom, eu estava indo buscar minha namorada, porque ela havia me ligado dizendo que não estava passando bem, eu estava muito preocupado. Quando estava indo, a garota apareceu de repente, ela estava correndo olhando para trás, como se estivesse sendo seguida. Não deu tempo de parar. Assim que atropelei-a, desci correndo do carro e ela gritava algo do tipo "não me machuque". Liguei para a ambulância e então viemos para cá.
-Você viu alguém atras dela enquanto ela corria?
-Não Senhor, ela estava sozinha.
-Tudo bem. -Ela faz alguma anotação em um bloco de notas e em seguida volta a conversar. - Senhor Evans, não sei se já sabe, mas a garota, Laura Ruschel tem apenas 19 anos e não tem parentesco. Ela é Brasileira e também não conseguimos contato com ninguém de lá. O senhor se importaria de ser responsável por ela enquanto ela ficar por aqui?
-De maneira alguma, é o minimo que posso fazer.
-Agradeço muito Senhor. Mas não será por muito tempo, assim que ela estiver 100% recuperada, será mandada para o Brasil novamente.
Ele vai embora e eu vou até o balcão para pedir para ver a garota. A enfermeira me faz assinar uns papeis afirmando que serei responsável pela Laura e em seguida me deixa entrar no quarto.
Volto para a sala de espera, não sei exatamente o que esperar. Minha família morreu e não posso ver a garota a qual atropelei. Mas não quero ir pra casa, não quero chegar lá e saber que nunca vou passar pela aquela por com meu filho entre os braços. Não posso entrar naquela casa e passar pela porta do quarto do meu filho. E também não posso deixar essa garota, Laura. Ela perdeu a família, não tem ninguém, não tem pra onde ir. Sou o culpado por tudo isso.
-Senhor Evans?
Estava dormindo na cadeira quando ouço meu nome ser chamado, desperto. Era um policial.
-Sim, sou eu.
-Olá, sou o detetive Dylan Johnson, estou cuidando do caso de Laura Ruschel. Gostaria de saber o que aconteceu, como a atropelou.
-Bom, eu estava indo buscar minha namorada, porque ela havia me ligado dizendo que não estava passando bem, eu estava muito preocupado. Quando estava indo, a garota apareceu de repente, ela estava correndo olhando para trás, como se estivesse sendo seguida. Não deu tempo de parar. Assim que atropelei-a, desci correndo do carro e ela gritava algo do tipo "não me machuque". Liguei para a ambulância e então viemos para cá.
-Você viu alguém atras dela enquanto ela corria?
-Não Senhor, ela estava sozinha.
-Tudo bem. -Ela faz alguma anotação em um bloco de notas e em seguida volta a conversar. - Senhor Evans, não sei se já sabe, mas a garota, Laura Ruschel tem apenas 19 anos e não tem parentesco. Ela é Brasileira e também não conseguimos contato com ninguém de lá. O senhor se importaria de ser responsável por ela enquanto ela ficar por aqui?
-De maneira alguma, é o minimo que posso fazer.
-Agradeço muito Senhor. Mas não será por muito tempo, assim que ela estiver 100% recuperada, será mandada para o Brasil novamente.
Ele vai embora e eu vou até o balcão para pedir para ver a garota. A enfermeira me faz assinar uns papeis afirmando que serei responsável pela Laura e em seguida me deixa entrar no quarto.
Quando entro no quarto deu até um aperto no estômago, ela estava muito mal, só de ver, percebi braço quebrado o rosto todo machucado, toda ralada e cheia de pontos.
Fico com ela no quarto por horas, até que ela acordar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário